Conhecer o projeto AMBIFUNGI
sábado, 16 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
domingo, 16 de dezembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
A AMBIEDUCA acompanha passeio micológico em Alfândega da Fé
A AMBIEDUCA foi convidada a colaborar com a Associação Micológica A PANTORRA para acompanhar uma saída de campo em Alfândega da Fé. Fica aqui o link da reportagem da TVI.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Curso GRATUITO de Introdução à Sustentabilidade
Introdução à Sustentabilidade
Jonathan Tomkin
Este curso apresenta a disciplina acadêmica da
sustentabilidade e analisa como as sociedades humanas de hoje pode suportar em
face da mudança global, a degradação do ecossistema e as limitações de recursos.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
ONU publica documento final da Rio+20
Texto criticado por ONGs está disponível para download na
página das Nações Unidas
A ministra Isabella Teixeira e a presidente Dilma Rousseff
na delegação brasileira ao lado do ministro Antonio Patriota - Pieter
Zalis/UNIC Rio
O documento final da Rio+20, intitulado O Futuro
que Nós Queremos, foi publicado na página da conferência, nos idiomas oficiais
das Nações Unidas – inglês, francês, espanhol, chinês e árabe. O texto é o
mesmo, salvo pequenos ajustes que não alteram seu conteúdo, daquele apresentado
na terça-feira pela manhã, recebido com vaias no momento da apresentação pelo
ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota.
O resultado, em última análise, resume-se a uma longa lista de promessas para avançar para uma "economia verde", que freie a degradação do meio ambiente, combata a pobreza e reduza desigualdades. Não são apontadas origens dos recursos para se realizar essa transformação – os meios de implementação –, o que de certa forma, repete um dos problemas da histórica antecessora, a Rio 92.
Entidades da sociedade civil denunciam o "fracasso" e a falta de ambição da conferência. “O acordo final é abstrato e não corresponde à realidade", afirmou Kumi Naidoo, do Greenpeace Internacional, um dos 36 ativistas que se reuniram com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, na tarde desta sexta-feira, para entregar um documento com críticas das ONGs ao documento.
"O que vemos aqui não é o mundo que queremos, é um mundo no qual as corporações poluidoras e aqueles que destroem o meio ambiente dominam", completou, com a esperada agressividade que marca as posições do grupo.
O resultado, em última análise, resume-se a uma longa lista de promessas para avançar para uma "economia verde", que freie a degradação do meio ambiente, combata a pobreza e reduza desigualdades. Não são apontadas origens dos recursos para se realizar essa transformação – os meios de implementação –, o que de certa forma, repete um dos problemas da histórica antecessora, a Rio 92.
Entidades da sociedade civil denunciam o "fracasso" e a falta de ambição da conferência. “O acordo final é abstrato e não corresponde à realidade", afirmou Kumi Naidoo, do Greenpeace Internacional, um dos 36 ativistas que se reuniram com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, na tarde desta sexta-feira, para entregar um documento com críticas das ONGs ao documento.
"O que vemos aqui não é o mundo que queremos, é um mundo no qual as corporações poluidoras e aqueles que destroem o meio ambiente dominam", completou, com a esperada agressividade que marca as posições do grupo.
LEIA TAMBÉM:
O documento final que será adotado pelos líderes mundiais
cita as principais ameaças ao planeta: desertificação, esgotamento dos recursos
pesqueiros, contaminação, desmatamento, extinção de milhares de espécies e
aquecimento global, catalogado como "um dos principais desafios de nossos
tempos".
"Renovamos nossos compromissos com o desenvolvimento sustentável, para garantir a promoção de um futuro economicamente, socialmente e ambientalmente sustentável para nosso planeta e para gerações futuras e presentes", diz o rascunho do texto final de 53 páginas.
"Para 2030, precisamos de 50% mais alimentos, 45% mais energia e 30% mais água apenas para viver como vivemos hoje", advertiu Ban Ki-Moon, durante a reunião com as ONGs. Para 2050, estima-se que a população mundial será de 9,5 bilhões de pessoas.
Mulheres – A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, lamentou nesta sexta-feira que a defesa dos direitos reprodutivos da mulher - seu direito a decidir se tem ou não filhos - tenha ficado de fora do texto final, um pedido também feito por outras líderes como a presidente Dilma Rousseff.
Hillary substituiu na cúpula o presidente Barack Obama, que não foi ao encontro. A chanceler alemã, Angela Merkel, e o britânico David Cameron também estiveram ausentes. A ausência dos três líderes é, esta sim, uma lacuna que marcará a história das conferências mundiais sobre meio ambiente.
Fonte: http://veja.abril.com.br
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Cúpula dos Povos promove debate sobre educação para sustentabilidade
Durante a Cúpula dos Povos, na Rio+20, jovens representantes
de organizações não governamentais, religiosos e pesquisadores de diferentes
países debateram a educação como chave para um mundo mais justo e sustentável.
A atividade foi realizada na segunda-feira, 18 de junho.
O debate contou com jovens de diferentes países/Foto: Fora
do Eixo
Durante a Cúpula dos Povos, na Rio+20, jovens representantes
de organizações não governamentais, religiosos e pesquisadores de diferentes
países debateram a educação como chave para um mundo mais justo e sustentável.
A atividade foi realizada na segunda-feira, 18 de junho.
Programas do governo brasileiro como o Mais Educação
(educação integral), e o Ciência sem Fronteiras (intercâmbio de estudantes),
foram citados como boas experiências de como levar o ensino além das
formalidades da escola. “Conhecer e compartilhar experiências é o que podemos
tirar de mais proveitoso nesta conferência”, afirmou ao portal Educação, do MEC, o belga Tobias Troll,
representante da ONG europeia Concord e mediador do debate.
O secretário-geral da Kehys Ry (entidade que agrega
ONGs da Finlândia), Rilli Lappalainen, comentou sobre ações na área
educacional de seu país que o levaram ao topo do ranking no Programa de
Avaliação Internacional de Estudantes (Pisa). Entre elas, universalização do
ensino público e um bom sistema de formação de professores.
“No que se refere à condução de políticas públicas em
educação, é preciso ser flexível e radical ao mesmo tempo: radical para manter
um alto nível de qualidade educacional e flexível na adaptação do ensino à
realidade de cada país ou comunidade”, opinou o espanhol Javier Collado, da
associação Educar para Viver.
Para o japonês Katsuji Imata, do instituto Civicus, a
educação tem que chegar aonde as pessoas estão, por mais difícil que seja o
acesso. “E esse é um papel que cabe aos governos, com controle social. Além
disso, é preciso fazer uma ponte entre a educação formal e a não formal, que
tem maior poder de alcance, lançando mão de diversas ferramentas, como a
televisão e a internet, por exemplo”, afirmou.
A atividade também contou com a presença de participantes de
Bangladesh, Portugal, Eslováquia e França.
Fonte:http://www.ibahia.com
quarta-feira, 20 de junho de 2012
O Conselho de Ministros aprovou a proposta da nova Lei de Bases do Ambiente (LBA).
A proposta segue a linha associada aos vinte e cinco anos de
existência da Lei de Bases do Ambiente, com a abertura aos novos conhecimentos
permitidos pelos extraordinários avanços científicos. De igual modo, a agenda
dos riscos e das tarefas sofre alterações no enfoque e na escala de
prioridades.
Na proposta de Lei de Bases do Ambiente, procurou-se atender
aos aspetos essenciais, privilegiando as questões de princípio e de método, não
enumerando os instrumentos de planeamento, ou os institutos jurídicos
específicos, mas antes as funções e objectivos que estes deverão servir.
Esta proposta de Lei de Bases do Ambiente deve ser entendida
como a consagração da aliança indispensável entre os deveres do Estado e as
tarefas da cidadania ambiental, uma aliança que é a chave do nosso futuro
comum.
São definidos com objetivos da política de ambiente a
efetivação dos direitos ambientais pela promoção do desenvolvimento
sustentável, suportada na gestão adequada do ambiente, em particular dos
ecossistemas e dos recursos naturais, de modo a assegurar o bem-estar e a
melhoria progressiva da qualidade de vida dos cidadãos.
Compete ao Estado a realização da política de ambiente,
tanto através da ação direta dos seus órgãos e agentes nos múltiplos níveis de
decisão local, regional, nacional, europeu e internacional, como através da
mobilização e da coordenação de todos os cidadãos e forças sociais, num
processo participado e assente no pleno exercício da cidadania ambiental.
Na proposta de Lei de Bases do Ambiente são ainda definidos
direitos processuais, nomeadamente: o direito de ação para defesa de direitos
subjetivos e interesses legalmente protegidos, de ação pública e de ação
popular; o direito a promover a prevenção, a cessação e a reparação de
violações a bens e valores ambientais; e o direito a pedir a cessação imediata
da atividade causadora de ameaça ou dano ao ambiente, bem como a reposição da
situação anterior e o pagamento da respetiva indemnização.
A nova proposta de lei aborda ainda temas como o espaço
marítimo e o clima.
Fonte: Governo de Portugal
terça-feira, 19 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
A conferência do Rio + 20 dá hoje o pontapé de saída
Fosso Norte-Sul ensombra cimeira da ONU sobre
desenvolvimento sustentável
Hoje deu-se início à Cimeira da ONU sobre desenvolvimento
sustentável, embora o desenvolvimento sustentável não estará no centro da
cimeira a nova palavra de ordem é a Economia Verde que a meu ver não levará a
bom porto os destinos do nosso planeta e consequentemente da nossa sociedade.
Transcrevo um comentário a um artigo publicado na Ecosfera que considero relevante:
“Rico é alguém com excesso de liberdade de aceder aos meios, pobre é alguém com carência de liberdade para aceder aos meios. Rico e pobre não são termos económicos, são invenções de merceeiros para designar a quem eles dão excesso de liberdade e a quem eles retiram liberdade. O planeta é o mesmo tanto para ricos como para pobres, os merceeiros é que fazem a diferença no acesso aos meios. Os merceeiros e as suas invenções estão a mais. Para se ter economia é necessário conhecer o funcionamento da espécie humana, e não do jogo boçal que é o mercado. A saúde da espécie humana é o patamar de economia máximo dessa espécie, pq não há perdas com patologias sociais como o mercado (chantagem mercantil). Todo o poder é decorrente de uma destruição económica, sempre que há problemas de economia é uma questão de procurar o poder, porque é o poder (poderosos e servos de poderosos) que a está a destruir. Economia não é domínio de merceeiros, os merceeiros apenas percebem de chantagem mercantil, cortam o acesso aos meios e exigem ser pagos por isso. Enquanto houver mercado não há economia. Economia verde é um pleonasmo. +Progresso= -Ecossistemas :. +Progresso= -Economia, o caminho não é por aí.”
Por Epicuro -
Fonte: Ecosfera
Apesar da relevância mediática e política da Cimeira RIO
+20 não se espera um grande resultado pois quem está e estará mais empenhado na
mudança necessária é a sociedade civil e esta, estará reunida no mega-encontro a
Cúpula dos Povos. Este evento que funcionará em paralelo com a Cimeira do Rio +
20 deverá ser acompanhado com especial interesse.
Deixo o link: http://cupuladospovos.org.br/cupula-dos-povos/
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Dia Mundial dos Oceanos 8 de Junho
O Dia Mundial dos Oceanos é uma oportunidade para
refletirmos sobre o papel que os oceanos desempenham na nossa vida e no
equilíbrio do planeta.
Os oceanos, que cobrem mais de 70% da superfície da Terra,
desempenham um papel vital nas nossas vidas e no equilibro do planeta. Para
além de serem o habitat de uma grande diversidade de vida marinha, ajudam na
regulação do clima e são responsáveis pela prestação de vários serviços ao
Homem, que vão desde o fornecimento de alimento à produção de oxigénio. Cerca
de 70% do oxigénio libertado para a atmosfera é produzido pelo fitoplâncton, o
que torna os oceanos o grande pulmão do mundo.
Atualmente a sobrepesca de algumas espécies, a destruição de
habitat, a poluição, a introdução de espécies exóticas invasoras e as
alterações climáticas têm colocado os oceanos sobre grande pressão.
A celebração do Dia Mundial dos Oceanos é uma oportunidade
para refletirmos sobre a importância dos oceanos na nossa vida e no equilíbrio
do planeta. É fundamental agirmos em prol da sua proteção para assegurar a
manutenção da sua biodiversidade e o nosso futuro.
*Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo
Ortográfico
Fonte: Naturlink












