A AMBIEDUCA foi convidada a colaborar com a Associação Micológica A PANTORRA para acompanhar uma saída de campo em Alfândega da Fé. Fica aqui o link da reportagem da TVI.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Curso GRATUITO de Introdução à Sustentabilidade
Introdução à Sustentabilidade
Jonathan Tomkin
Este curso apresenta a disciplina acadêmica da
sustentabilidade e analisa como as sociedades humanas de hoje pode suportar em
face da mudança global, a degradação do ecossistema e as limitações de recursos.
segunda-feira, 16 de julho de 2012
domingo, 24 de junho de 2012
ONU publica documento final da Rio+20
Texto criticado por ONGs está disponível para download na
página das Nações Unidas
A ministra Isabella Teixeira e a presidente Dilma Rousseff
na delegação brasileira ao lado do ministro Antonio Patriota - Pieter
Zalis/UNIC Rio
O documento final da Rio+20, intitulado O Futuro
que Nós Queremos, foi publicado na página da conferência, nos idiomas oficiais
das Nações Unidas – inglês, francês, espanhol, chinês e árabe. O texto é o
mesmo, salvo pequenos ajustes que não alteram seu conteúdo, daquele apresentado
na terça-feira pela manhã, recebido com vaias no momento da apresentação pelo
ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota.
O resultado, em última análise, resume-se a uma longa lista de promessas para avançar para uma "economia verde", que freie a degradação do meio ambiente, combata a pobreza e reduza desigualdades. Não são apontadas origens dos recursos para se realizar essa transformação – os meios de implementação –, o que de certa forma, repete um dos problemas da histórica antecessora, a Rio 92.
Entidades da sociedade civil denunciam o "fracasso" e a falta de ambição da conferência. “O acordo final é abstrato e não corresponde à realidade", afirmou Kumi Naidoo, do Greenpeace Internacional, um dos 36 ativistas que se reuniram com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, na tarde desta sexta-feira, para entregar um documento com críticas das ONGs ao documento.
"O que vemos aqui não é o mundo que queremos, é um mundo no qual as corporações poluidoras e aqueles que destroem o meio ambiente dominam", completou, com a esperada agressividade que marca as posições do grupo.
O resultado, em última análise, resume-se a uma longa lista de promessas para avançar para uma "economia verde", que freie a degradação do meio ambiente, combata a pobreza e reduza desigualdades. Não são apontadas origens dos recursos para se realizar essa transformação – os meios de implementação –, o que de certa forma, repete um dos problemas da histórica antecessora, a Rio 92.
Entidades da sociedade civil denunciam o "fracasso" e a falta de ambição da conferência. “O acordo final é abstrato e não corresponde à realidade", afirmou Kumi Naidoo, do Greenpeace Internacional, um dos 36 ativistas que se reuniram com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, na tarde desta sexta-feira, para entregar um documento com críticas das ONGs ao documento.
"O que vemos aqui não é o mundo que queremos, é um mundo no qual as corporações poluidoras e aqueles que destroem o meio ambiente dominam", completou, com a esperada agressividade que marca as posições do grupo.
LEIA TAMBÉM:
O documento final que será adotado pelos líderes mundiais
cita as principais ameaças ao planeta: desertificação, esgotamento dos recursos
pesqueiros, contaminação, desmatamento, extinção de milhares de espécies e
aquecimento global, catalogado como "um dos principais desafios de nossos
tempos".
"Renovamos nossos compromissos com o desenvolvimento sustentável, para garantir a promoção de um futuro economicamente, socialmente e ambientalmente sustentável para nosso planeta e para gerações futuras e presentes", diz o rascunho do texto final de 53 páginas.
"Para 2030, precisamos de 50% mais alimentos, 45% mais energia e 30% mais água apenas para viver como vivemos hoje", advertiu Ban Ki-Moon, durante a reunião com as ONGs. Para 2050, estima-se que a população mundial será de 9,5 bilhões de pessoas.
Mulheres – A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, lamentou nesta sexta-feira que a defesa dos direitos reprodutivos da mulher - seu direito a decidir se tem ou não filhos - tenha ficado de fora do texto final, um pedido também feito por outras líderes como a presidente Dilma Rousseff.
Hillary substituiu na cúpula o presidente Barack Obama, que não foi ao encontro. A chanceler alemã, Angela Merkel, e o britânico David Cameron também estiveram ausentes. A ausência dos três líderes é, esta sim, uma lacuna que marcará a história das conferências mundiais sobre meio ambiente.
Fonte: http://veja.abril.com.br
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Cúpula dos Povos promove debate sobre educação para sustentabilidade
Durante a Cúpula dos Povos, na Rio+20, jovens representantes
de organizações não governamentais, religiosos e pesquisadores de diferentes
países debateram a educação como chave para um mundo mais justo e sustentável.
A atividade foi realizada na segunda-feira, 18 de junho.
O debate contou com jovens de diferentes países/Foto: Fora
do Eixo
Durante a Cúpula dos Povos, na Rio+20, jovens representantes
de organizações não governamentais, religiosos e pesquisadores de diferentes
países debateram a educação como chave para um mundo mais justo e sustentável.
A atividade foi realizada na segunda-feira, 18 de junho.
Programas do governo brasileiro como o Mais Educação
(educação integral), e o Ciência sem Fronteiras (intercâmbio de estudantes),
foram citados como boas experiências de como levar o ensino além das
formalidades da escola. “Conhecer e compartilhar experiências é o que podemos
tirar de mais proveitoso nesta conferência”, afirmou ao portal Educação, do MEC, o belga Tobias Troll,
representante da ONG europeia Concord e mediador do debate.
O secretário-geral da Kehys Ry (entidade que agrega
ONGs da Finlândia), Rilli Lappalainen, comentou sobre ações na área
educacional de seu país que o levaram ao topo do ranking no Programa de
Avaliação Internacional de Estudantes (Pisa). Entre elas, universalização do
ensino público e um bom sistema de formação de professores.
“No que se refere à condução de políticas públicas em
educação, é preciso ser flexível e radical ao mesmo tempo: radical para manter
um alto nível de qualidade educacional e flexível na adaptação do ensino à
realidade de cada país ou comunidade”, opinou o espanhol Javier Collado, da
associação Educar para Viver.
Para o japonês Katsuji Imata, do instituto Civicus, a
educação tem que chegar aonde as pessoas estão, por mais difícil que seja o
acesso. “E esse é um papel que cabe aos governos, com controle social. Além
disso, é preciso fazer uma ponte entre a educação formal e a não formal, que
tem maior poder de alcance, lançando mão de diversas ferramentas, como a
televisão e a internet, por exemplo”, afirmou.
A atividade também contou com a presença de participantes de
Bangladesh, Portugal, Eslováquia e França.
Fonte:http://www.ibahia.com




