terça-feira, 20 de março de 2012

Formação de Animadores de Educação Ambiental em Abril/ Maio no Porto

clique na imagem para AUMENTAR
A AMBIEDUCA em parceria com a Beagle está a dinamizar  uma formação  que pretende proporcionar ferramentas a todas as pessoas que queiram desenvolver competências para atuar na área de Educação Ambiental de uma forma autónoma e profissional.
Os participantes que terminarem a formação com sucesso  vão integrar a bolsa de animadores da empresa Beagle e da marca AMBIEDUCA.
Clique aqui para conhecer o formador AMBIEDUCA - Marco Ferraz
Para mais informação pode enviar uma e-mail para geral@ambieduca.com.pt

sexta-feira, 16 de março de 2012

Alunos do 1º ciclo descobrem vantagens da agricultura biológica e da alimentação saudável


Agricultura Biológica e Alimentação Saudável foram os temas hoje abordados numa palestra que decorreu na Escola Primária da Boavista, em Arcozelo, organizada pela Divisão de Ambiente e Educação Ambiental da Câmara Municipal de Gaia e realizada no âmbito do Plano de Educação Ambiental proposto para o atual ano letivo.

A palestra, à qual assistiu uma centena de crianças, contou com o apoio da empresa 'Raízes', especializada em agricultura e produtos biológicos, e da Faculdade de Ciências da Nutrição da Universidade do Porto. 

"A iniciativa partiu da escola, nós apenas articulamos com eles esta ação. É nesta onda que temos vindo a trabalhar nos últimos dez anos. Estes níveis de participação são fruto do muito trabalho realizado. Há já um espírito de partilha entre a população e o Município", explicou Mercês Ferreira, Vereadora do Ambiente da Câmara de Gaia, que presidiu a abertura da sessão.

Nesta primeira palestra, as crianças tiveram a oportunidade de ouvir especialistas nas áreas em discussão. Carlos Grazina, representante da empresa 'Raízes', explicou aos alunos as diferenças entre a agricultura tradicional e a biológica e quais os seus benefícios para a saúde. Já a nutricionista Bárbara Pereira, por sua vez, enumerou os principais erros alimentares e incentivou boas práticas ao nível da alimentação. 

Segundo Bárbara Pereira, é mais fácil abordar estes assuntos com crianças do que com adultos: "É um primeiro contato com a agricultura e, por isso, conseguem mais facilmente assumir os conceitos básicos do que os próprios encarregados de educação, que já adquiriram certos 'vícios' ao longo da vida. Neste tipo de projetos, acredito que se deva começar com os mais pequenos para tentar, a partir daí, captar a atenção dos adultos".

Durante a sessão, as crianças puderam partilhar a experiência adquirida com a horta da escola e algumas delas revelaram que também começaram a criar hortas em casa, contado, para isso, com a ajuda dos pais. À margem da palestra, a Vereadora do Ambiente revelou a sua satisfação com a adesão da população às hortas comunitárias e anunciou a criação de mais três para breve. 
Texto e Fotografia: Filipa Namora
Supervisão: Manuel Neto
Fonte:Gaiaglobal.pt

quinta-feira, 15 de março de 2012

Para celebrar o Dia do Consumidor um guia interessante para download


A LIPOR - entidade responsável pela gestão, tratamento e valorização dos resíduos sólidos urbanos no Grande Porto - e a DECO - Associação Portuguesa de Defesa do Consumidor apresentam-lhe: “UM DIA DE CONSUMO SUSTENTÁVEL”
Este guia pretende despertar a consciência do impacto ambiental que provocamos todos os dias. Apresenta alguns gestos muito simples que podem transformar o consumo diário numa grande ajuda para melhorar o mundo que nos rodeia. Porque só existe uma Terra e todos dependemos dela para viver. Proteger o nosso modo de vida depende da certeza de que não gastamos mais do que a Natureza pode repor. O futuro do nosso planeta está nas nossas mãos e não há tempo a perder. Agir é um compromisso de todos nós, que ninguém pode recusar.
Fonte: BCSDPortugal

quarta-feira, 14 de março de 2012

Crise do Euro? A Europa está a ficar sem água e isso acaba com qualquer economia a produtividade


A forma ineficiente como o continente europeu lida com a água pode ameaçar mais a economia e produtividade da Europa que a crise do Euro. Segundo um estudo da EEA (European Environment Agency – Agência Europeia do Ambiente), os recursos aquáticos da Europa estão sob pressão e as coisas podem ainda ficar piores, à medida que os mantimentos limitados vão sendo gastos.
“O que é crítico é o facto de estarmos a ver um número cada vez maior de regiões onde os rios, por causa das alterações climáticas, estão a ficar sem água”, explicou Jacqueline McGlade, directora executiva da EEA.
Faça o download do estudo (em inglês).
A responsável disse que os países não acham prioritário implementar a legislação actual de uma forma mais efectiva, nem levar os seus cidadãos a mudarem a mentalidade em relação a um recurso como a água.
“Os Estados-membros precisam de ser mais claros em relação às oportunidades que têm para usar melhor este recurso escasso. Os países precisam de investir em diferentes tipos de métodos. Em vez de proibir as mangueiras para resolver o problema deste ano, precisam de investir de uma forma diferente”, explicou McGlade.
O estudo realça a grande diferença existente entre a forma como os países lidavam com um recurso, até agora, abundante, e traça cenários sobre o futuro da água na Europa, um futuro que não será cor-de-rosa devido às consequências das alterações climáticas.
Na União Europeia, a área da agricultura utiliza 25% da água obtida por meios naturais, um número que sobe até aos 80% no sul do continente (Portugal incluído). “Temos de procurar formas mais eficientes de utilização da água, como irrigação gota-a-gota e técnicas avançadas, por causa do custo da água potável e do seu encaminhamento para o cenário agrícola”, continuou a responsável.
Para além de consequências sociais e económicas, a utilização insustentável de água está a causar um impacto negativo nos ecossistemas.
Nos últimos dias, e sobretudo devido ao vasto período de seca que está a assolar, sobretudo, a Europa do Sul, vários especialistas e activistas têm chamado a atenção para a utilização ineficiente de água. Na segunda-feira, o ex-presidente soviético Mikhael Gorbachov (que é presidente da Cruz Verde Internacional) explicou que o deficit de água fresca estava a tornar-se um problema “cada vez mais severo e a uma larga escala”.
“Ao contrário de outros recursos, não há substituto para a água. Já não é possível continuarmos a consumir água aos níveis do século XX”, revelou.
Finalmente, o ex-governante revelou que as suas cinco décadas de experiência enquanto político convenceram-no que a crise global de água estava relacionada com as mudanças políticas e económicas contemporâneas.
“A economia tem de ser reorientada para objectivos que incluam bens públicos como o desenvolvimento sustentável, a saúde dos cidadãos, a educação, cultura e coesão social, incluindo a ausência de níveis entre os mais ricos e os pobres”, concluiu Gorbachov.
Ontem, sete empresas de água do sul e este inglês anunciaram proibições na utilização de mangueiras a partir de Abril, devido ao Inverno seco e escassas reservas de água.

Fonte: Greensavers

terça-feira, 13 de março de 2012

Lembra-se da menina que aos 12 anos calou o mundo na Rio-92? Hoje, ela é activista ambiental.


O nome Severn Cullis-Suzuki pode não lhe dizer muito mas, se vir este vídeo, certamente se lembrará de quem é. Ela é a menina que, com apenas 12 anos, fez um emotivo discurso durante a Rio-92, a Cimeira das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, que se realizou há exactamente 20 anos na cidade brasileira.

Hoje, Cullis-Suzuki é activista ambiental e o Planeta Sustentável descobriu-a com as mesmas preocupações de há 20 anos. Ela fundou um grupo de crianças preocupadas com o meio ambiente, a ECO (Environmental Children’s Organization), é apresentadora de um programa de TV canadiano sobre água e povos indígenas e colabora com a WeCanada, uma rede independente de ONGSs que tenta despertar os canadianos em questões ambientais e de cobrança política.
Aos 12 anos, Cullis-Suzuki recebeu elogios de grande parte dos 108 chefes de Estado presentes no Rio-92, incluindo George Bush (Estados Unidos), François Mitterrand (França), Helmut Kohl (Alemanha) e Fidel Castro (Cuba). Com o aparecimento das redes sociais, sobretudo do YouTube, o discurso tornou-se finalmente famoso, contando hoje com mais de 13 milhões de visualizações.
“Vivo numa comunidade pequena e remota no arquipélago de Haida Gwaii (Ilhas da Rainha Carlota), oeste do Canadá. Aqui, somos completamente dependentes do meio ambiente para a nossa economia e alimentação. (…) É lugar lindo, mas há uma proposta para a construção de um oleoduto que ligará a província de Alberta à costa. Se isso acontecer, haverá um tráfego de petroleiros do meu país para a Ásia e derramamentos de petróleo serão apenas uma questão de tempo”, explicou a jovem.
Hoje, Cullis-Suzuki está preocupada com o Rio+20 e o papel da WeCanada. Sobre o que mudou nos últimos 20 anos, a activista ambiental destaca as “novas ferramentas de comunicação e relacionamento”. “Mas ainda não ganhámos em mobilização, na capacidade de relacionar uma grande quantidade de homens e mulheres. Enquanto isso, os nossos desafios ambientais só ficaram maiores, precisamos de lutar por um novo paradigma”, realça.
Cullis-Suzuki diz que hoje ainda recebe muitas cartas e e-mails de parabéns pelo discurso. “Isso mostra que, para mim, o País tem de ouvir os jovens. Eu sei que precisamos que as novas gerações do mundo se levantem e nos desafiem, falem a verdade e nos guiem para uma direcção melhor”, revela.
Finalmente, a pergunta fundamental: Imaginava que poderia mudar o mundo com o seu discurso? “Eu tinha 12 anos. E realmente acreditava que, se os líderes mundiais nos ouvissem, isso mudaria o mundo. mas a década após o Rio foi, sem dúvida, a pior em termos de acções globais pelo meio ambiente”, concluiu a menina, agora mulher.
Fonte: Greensavers

terça-feira, 6 de março de 2012

CARMIM com certificação integrada de toda a gestão


A Carmim, maior produtora de vinhos do Alentejo, e PME Excelência, recebeu na passada sexta-feira os diplomas de certificação conjunta dos seus Sistemas de Gestão da Qualidade, Gestão Ambiental e de Gestão de Segurança Alimentar, tornando-se assim na primeira empresa em Portugal a receber da APCER este tipo de certificação integrada de gestão dentro do sector.

Para José Canita, Director Geral da Carmim, «este é um passo que muito nos orgulha, e que há algum tempo perseguíamos. Num mercado em constante e rápida mudança, os desafios para o desenvolvimento sustentável são prioridades para qualquer organização, sendo o desempenho ambiental, ao nível de controlo de qualidade, e de segurança alimentar factores críticos na gestão organizacional». «A empresa tem sabido aliar a constante criação e a manutenção de mecanismos competitivos, adoptando a inovação e internacionalização como peças centrais para o seu desenvolvimento. Ao mesmo tempo, assume activamente a sua importância e potencial no desenvolvimento da região onde está implantada», continua.

Para Fernando Caldeira dos Santos, presidente da APCER, «a Certificação não é uma solução milagrosa do ponto de vista estratégico, mas sendo uma ferramenta de gestão aplicável a qualquer sector de actividade, potencia uma série de benefícios que as organizações podem obter. Estamos convictos que as certificações desta empresa constituirão uma vantagem competitiva e uma mais-valia para toda a organização, permitindo o acesso a novos mercados, por um lado, e a conquista de novos clientes, por outro». 

A Carmim, que já tinha merecido a classificação de PME Líder, fruto da sua solidez financeira, vê assim os seus procedimentos internos reconhecidos pela Associação Portuguesa de Certificação, a única Entidade Portuguesa representante da rede internacional de entidades certificadoras IQNet (The International Certification Network) o que permite o imediato reconhecimento Internacional das entidades certificadas pela APCER.

A empresa foi reconhecida em três âmbitos:

·      ISO 9001:2008 – sistema de gestão da qualidade)
A norma ISO 9001 constitui uma referência internacional para a Certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade. Reconhece o esforço da organização em assegurar a conformidade dos seus produtos e/ou serviços, a satisfação dos seus clientes e a melhoria contínua. A Certificação do Sistema de Gestão da Qualidade é dirigida a qualquer organização, pública ou privada, independentemente da sua dimensão e sector de actividade. 

·      ISO 14001:2004 – sistema de gestão ambiental)
Os desafios para o desenvolvimento sustentável são prioridades para qualquer organização, sendo o desempenho ambiental indissociável da gestão organizacional. Assim, a protecção ambiental e a prevenção da poluição são preocupações actuais para qualquer organização, sendo necessária a implementação de práticas e ferramentas que permitam melhorar o seu desempenho ambiental, alcançando uma confiança acrescida pelas partes interessadas.

·      ISO 22000:2005 – sistema de gestão da segurança alimentar)
A certificação de acordo com a ISO 22000:2005 demonstra o compromisso com a Segurança Alimentar e a satisfação do cliente, apoiando a Organização na protecção da sua imagem corporativa e valorização da sua marca. A ISO 22000:2005 é uma norma de certificação internacional que define os requisitos para sistemas eficazes de Gestão da Segurança Alimentar. Pode ser aplicada a qualquer elo da cadeia desde agricultores, produtores pecuários, fabricantes de rações, todas as agro-indústrias, distribuição, retalhistas e restauração, e até mesmo a actividades conexas como os transportes e armazenamento, fabricantes de embalagens, pesticidas, aditivos, etc.
2012-03-01 14:03
Fonte: aicep Portugal Global

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O que o município de Esposende gasta por ano em recolha de resíduos daria para construir um novo Centro de Educação Ambiental.

 A notícia que em baixo transcrevo chamou-me a atenção pelo comentário do presidente da câmara municipal de Esposende "O que o município de Esposende gasta por ano em recolha de resíduos daria para construir um novo Centro de Educação Ambiental" , não seria necessário contruir mais infraestruturas mas poderia ser interessante o investimento noutros municípios em ações de sensibilização e educação ambiental para melhorar o ambiente e a reduzir a despesa com os resíduos urbanos.
MF
O motociclista Paulo Gonçalves, de Esposende, é o rosto da nova campanha de sensibilização ambiental, com vista a cativar os mais jovens para a importância da reciclagem.
A imagem que circulará pelo concelho com outdoors onde se poderá ver Paulo Gonçalves a reciclar, foi, ontem, apresentada ao público no Centro de Educação Ambiental (CEA), perante uma plateia de motards que fizeram questão de ali marcar presença, homenageando, também, o motociclista.

“É um grande orgulho para mim fazer parte desta campanha e espero que os jovens me reconheçam pelas minhas participações no Dakar e se sintam, também, incentivados a reciclar cada vez mais e cada vez mais cedo, valorizando o papel que a reciclagem desempenha na sociedade de hoje rumo a um futuro melhor”, assegurou o motociclista.

“Quanto mais separação fizermos, mais estaremos a ajudar o meio ambiente”

O presidente da câmara de Esposende, João Cepa, apontou para a importante vertente educacional desta campanha, que pretende chegar “às gerações mais novas”.
“Quanto mais separação do lixo fizermos, mais estaremos, dessa forma, a ajudar, também, o nosso meio ambiente e, por outro lado, a ajudar o próprio município a poupar muito dinheiro na recolha e deposição dos mesmos no aterro sanitário”, esclareceu. O edil de Esposende indicou, mesmo, que ao nível do município esposendense, “só aquilo que se gasta, por ano, daria para construir no concelho um novo equipamento como este CEA ou um centro escolar, por exemplo”.

‘Pare, Separe, Recicle. Ajude o Ambiente’ - é a mensagem que irá acompanhar o rosto de Paulo Gonçalves nesta grande campanha de sensibilização vocacionada para os mais jovens.
“Esta é mais uma forma que encontrámos para apelar à recolha selectiva, com o objectivo de aumentar os rácios no concelho de Esposende”, destacou Alexandra Roeger, presidente do Conselho de Administração da Esposende Ambiente.
Autora do artigo original: Marta Caldeira