quinta-feira, 16 de junho de 2011

Conteúdos sobre educação ambiental serão padronizados em Angola


Uma ideia interessante que eu apoio que se fizesse esforços para concretizar também em Portugal.

Marco Ferraz

Luanda - Os conteúdos sobre educação ambiental em Angola serão proximamente uniformizados para que a forma de pensar e agir em relação à natureza seja uniformizada, com base na sua preservação e conservação, afirmou hoje, em Luanda, o chefe de departamento de educação ambiental, Nascimento Soares.
“São várias as acções de educação ambiental que são feitas ao nível de todo o país, mas não existe uma padronização das actividades”, reconheceu o responsável que também é director executivo do Comité Nacional do Planeta Terra.
Em declarações à Angop após a apresentação do tema “As Iniciativas e Projectos de Educação e Sensibilização Ambiental em Angola e Suas Perspectivas” na conferência sobre Educação Ambiental e Cidadania, Nascimento Soares garantiu que esforços estão a ser envidados no sentido de reverter o actual quadro.

Apesar desta situação, considerou estar a bom “porto” o processo de educação ambiental no país, tendo em conta a aderência dos cidadãos às campanhas de limpeza, plantação de árvores e disseminação de conhecimento com relação à protecção do meio no seio dos adultos e crianças.

“A educação ambiental caminha para um bom caminho, mesmo com a existência de algumas zonas consideradas de cinzentas ao nível do país, dali a necessidade de trabalharmos para que todos sejam responsáveis por uma causa comum: a protecção do planeta terra”, considerou.
Reconheceu a necessidade de se trabalhar mais tecnicamente naquilo que deve ser feito em relação ao ambiente, para que sejam alcançados os objectivos.
O Ministério do Ambiente, através do Comité Nacional do Planeta Terra e seus parceiros, realiza há muito várias acções relacionadas com a educação ambiental para que os cidadãos tenham conhecimentos mais claros sobre a temática.
Sem mensurar o impacto já alcançado, Nascimento Soares disse que os resultados já começam a ser animados, sobretudo no seio dos mais pequenos.
Neste quadro, pretendem reaver alguns projectos já implementados no passado como “Olimpíadas Ambientais”, além da introdução de outros como “Linda Angola” que será realizado em Julho em parceria com uma instituição brasileira, no município do Rangel.
Nesta conferência, os especialistas franceses e angolanos estão a trocar experiência no concernente à educação ambiental, para a protecção e conservação do planeta terra.

Fonte: AngolaPress

Flashmob da Escola de Tecnologia da Saúde de Coimbra revela a Indiferença ou falta de foco

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Programa Bandeira Azul Actividades de Educação Ambiental para 2011




Encontra-se disponível para consulta, no site da ABAE, uma listagem com mais de 600 Actividades de Educação Ambiental para 2011, em 265 em praias costeiras e 6 em praias fluviais, com 271 Bandeiras Azuis hasteadas, um recorde histórico uma vez que é a primeira vez que este galardão atribui mais de 250 bandeiras. Além das bandeiras atribuídas às praias também foram galardoadas catorze marinas.

O Programa Bandeira Azul, promove os objectivos da Educação Ambiental para a Sustentabilidade tendo em vista uma maior consciencialização e preocupação com o ambiente costeiro, lacustre e fluvial dos utilizadores que nele vivem ou que o usam para recreio; promove a formação em matérias ambientais do pessoal (funcionários) e dos fornecedores de serviços turísticos; encoraja a participação dos agentes locais na gestão das áreas costeiras, lacustres ou fluviais e promove o uso sustentável da área para o recreio e turismo. A Agência Portuguesa do Ambiente tem a responsabilidade de monitorar e avaliar os critérios concernentes às Actividades de Educação Ambiental, integrando o Júri Nacional.

http://abae.pt/programa/BA/actividades/educ_ambiental/index.php?p=aea&r=1
http://abae.pt/programa/BA/galardao/2011/praias_marinas.php?t=praias

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dia Mundial dos Oceanos



Cobrem dois terços do planeta que é a nossa casa, geram a maior parte do oxigénio que respiramos, são fonte de alimento e de novas moléculas para medicamentos, regulam o clima e são fonte de inspiração para poetas. E precisam cada vez mais de protecção, porque as ameaças vão crescendo em escalada. É isso que hoje está em equação quando se celebra o Dia Mundial dos Oceanos, assinalado no mundo, e em Portugal também (ver caixa em baixo), com diversas actividades.

As ameaças perfazem uma lista longa. É a pesca em excesso, que está a ceifar espécies, são os acidentes, como o do golfo do México agora, cujo impacte ambiental é ainda incalculável, é a poluição não acidental, em resultado das actividades industriais normais da civilização humana, é o dióxido de carbono a mais que as águas oceânicas vão absorvendo, com efeitos negativos a prazo nos crustáceos. Estes poderão começar a ter dificuldade em reduzir as suas carapaças duras num meio mais ácido.

Os oceanos são tudo isto: fonte de vida e um mar de problemas. Foi em 1992, durante a Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro, que nasceu a proposta de criação de um dia mundial dos oceanos. E, em 1994, a comunidade internacional aprovou no quadro da ONU a Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar. Hoje é dia de parar para pensar. E de mudar o que houver a mudar.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

I Seminário de Educação Ambiental - 4 de Junho

O I Seminário de Educação Ambiental – Educação e Cidadania para uma Intervenção Ambiental Sustentável – tem como objectivo fomentar a responsabilidade ecológica e cívica no seio escolar, promovendo a partilha de conhecimento e experiências entre os alunos e especialistas na área do ambiente. Esta actividade será uma mais-valia no que concerne à consciencialização Ambiental, especificamente, no desenvolvimento de atitudes e comportamentos ecológicos na escola e na comunidade. Subjaz o objectivo de optimizar e potencializar competências para uma cidadania activa, através da consciencialização, da responsabilidade e co-responsabilidade, da intervenção, da sensibilização e a promoção do desenvolvimento local.

Aproveitamos a oportunidade para solicitar a divulgação do Seminário.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Actividades Educativas em Macedo de Cavaleiros dia 16 de Maio

No passado dia 16 de Maio a AMBIEDUCA com os apoios da Ecoteca e da Câmara Municipal deslocou-se a Macedo de Cavaleiros para realizar a Oficina Arte na Paisagem, a Oficina de Construção de Ninhos e o Jogo-Debate “A minha localidade”.
As oficinas realizaram-se da parte da manhã na Escola Primária de Morais, uma escola que ainda resiste à centralização dos Agrupamentos e onde a paisagem ainda é virgem e Pura atestada pelo tamanho dos líquenes presentes nas árvores.

A manhã começou com uma acção de sensibilização sobre as aves, os alunos turmas do 3º e 4º ano puderam identificar as principais espécies existentes de Macedo e qual a sua importância, nomeadamente no combate a pragas como as lagartas processionárias. Na oficina também aprenderam a construir ninhos, alimentadores e no final foi colocado um ninho no pátio da escola.
Os alunos do 1º e 2ºano dedicaram-se à arte na paisagem, de forma a explorar toda a sua criatividade e espontaneidade, foram convidados a realizar o seu quadro na paisagem, com recurso a cola biodegradável de amido de milho ou simplesmente através de associações e manipulação de materiais existentes no recreio como pedras, folhas, pétalas ente outros.

A tarde foi dedicado ao debate sobre o tema Desenvolvimento Sustentável “Na Minha localidade” e num tabuleiro de grandes dimensões os alunos de duas turmas do 10º e 12ºano da EB2,3 de Macedo de cavaleiros assumiram o papel de habitantes locais que intervêm no processo de desenvolvimento da localidade. E no papel de CONSTRUTORES, AGRICULTORES, PESCADORES e MORADORES planearam a sua localidade, sentindo na pele os desafios que se colocam aos decisores. A discussão foi viva e proveitosa, foi inevitável o aparecimento de Resíduos e Águas Poluídas, vamos tratar…mas os recursos económicos são escassos… se calhar deveríamos ter planeado doutra forma se houvesse mais comunicação, diziam alguns.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

População mundial pode chegar aos sete mil milhões em Outubro

A população mundial deverá atingir os sete mil milhões de habitantes no final de Outubro próximo e poderá chegar aos 10 mil milhões no final deste século, segundo as mais recentes projecções das Nações Unidas.

Esta evolução corresponde ao cenário “médio” da ONU, que assume que a taxa mundial de fertilidade cairá de 2,5 filhos por mulher hoje para 2,2 em 2050 e 2,0 em 2100. Num comunicado de imprensa, a Divisão de População da ONU explica que os cenários para daqui a quatro décadas são mais seguros dos que os para o fim do século, “porque as pessoas que terão 40 ou mais anos em 2050 já nasceram”.

A estimativa para 2050 – 9,3 mil milhões de habitantes – é ligeiramente superior à da penúltima revisão dos dados, apresentada em 2008, e que apontava para 9,1 mil milhões de habitantes. Variações dessa ordem são comuns entre as projecções que a ONU apresenta a cada dois anos.

Com base nas tendências actuais, os sete mil milhões de habitantes serão atingidos dia 31 de Outubro deste ano, segundo a ONU. O Departamento de Censos dos Estados Unidos tem números diferentes e acredita que os sete mil milhões só serão ultrapassados em meados de 2012.

Seja como for, as novas projecções da ONU confirmam que o aumento da população tende a desacelerar, a nível global. Mas a nível regional, há diferenças significativas. Nos países com maior taxa de fertilidade – 39 em África, nove na Ásia, seis na Oceania e quatro na América Latina –, a população ainda estará a subir 0,5 por cento ao ano no final deste século. Mas no conjunto dos países com fertilidade baixa ou intermédia, a população já estará, nesta altura, em queda, a um ritmo de 0,3 por cento ao ano.

A Europa, segundo a ONU, atingirá o seu pico populacional em 2020, com 740 milhões de habitantes. Para a China, o pico será em 2030, com 1,4 mil milhões de habitantes. A Índia ultrapassará a China, podendo chegar a um máximo de 1,7 mil milhões de habitantes em 2060.

Os números da ONU alteram-se radicalmente com pequenas alterações nos pressupostos dos cenários. A variante “alta” dos cenários – em que cada mulher tem, em média, mais 0,5 filhos do que na variante “média” – a população em 2050 já chega a 10,6 mil milhões de habitantes e sobe ainda para 15,8 mil milhões em 2100. Na varianta “baixa” – que assume menor fertilidade – a Terra atinge um pico demográfico em torno de oito mil milhões de habiantes, na metade do século, e cai para 6,2 mil milhões até 2011.

Fonte: Ecosfera
Ricardo Garcia