quinta-feira, 16 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Programa Bandeira Azul Actividades de Educação Ambiental para 2011

Encontra-se disponível para consulta, no site da ABAE, uma listagem com mais de 600 Actividades de Educação Ambiental para 2011, em 265 em praias costeiras e 6 em praias fluviais, com 271 Bandeiras Azuis hasteadas, um recorde histórico uma vez que é a primeira vez que este galardão atribui mais de 250 bandeiras. Além das bandeiras atribuídas às praias também foram galardoadas catorze marinas.
O Programa Bandeira Azul, promove os objectivos da Educação Ambiental para a Sustentabilidade tendo em vista uma maior consciencialização e preocupação com o ambiente costeiro, lacustre e fluvial dos utilizadores que nele vivem ou que o usam para recreio; promove a formação em matérias ambientais do pessoal (funcionários) e dos fornecedores de serviços turísticos; encoraja a participação dos agentes locais na gestão das áreas costeiras, lacustres ou fluviais e promove o uso sustentável da área para o recreio e turismo. A Agência Portuguesa do Ambiente tem a responsabilidade de monitorar e avaliar os critérios concernentes às Actividades de Educação Ambiental, integrando o Júri Nacional.
http://abae.pt/programa/BA/actividades/educ_ambiental/index.php?p=aea&r=1
http://abae.pt/programa/BA/galardao/2011/praias_marinas.php?t=praias
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Dia Mundial dos Oceanos
Cobrem dois terços do planeta que é a nossa casa, geram a maior parte do oxigénio que respiramos, são fonte de alimento e de novas moléculas para medicamentos, regulam o clima e são fonte de inspiração para poetas. E precisam cada vez mais de protecção, porque as ameaças vão crescendo em escalada. É isso que hoje está em equação quando se celebra o Dia Mundial dos Oceanos, assinalado no mundo, e em Portugal também (ver caixa em baixo), com diversas actividades.
As ameaças perfazem uma lista longa. É a pesca em excesso, que está a ceifar espécies, são os acidentes, como o do golfo do México agora, cujo impacte ambiental é ainda incalculável, é a poluição não acidental, em resultado das actividades industriais normais da civilização humana, é o dióxido de carbono a mais que as águas oceânicas vão absorvendo, com efeitos negativos a prazo nos crustáceos. Estes poderão começar a ter dificuldade em reduzir as suas carapaças duras num meio mais ácido.
Os oceanos são tudo isto: fonte de vida e um mar de problemas. Foi em 1992, durante a Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro, que nasceu a proposta de criação de um dia mundial dos oceanos. E, em 1994, a comunidade internacional aprovou no quadro da ONU a Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar. Hoje é dia de parar para pensar. E de mudar o que houver a mudar.
As ameaças perfazem uma lista longa. É a pesca em excesso, que está a ceifar espécies, são os acidentes, como o do golfo do México agora, cujo impacte ambiental é ainda incalculável, é a poluição não acidental, em resultado das actividades industriais normais da civilização humana, é o dióxido de carbono a mais que as águas oceânicas vão absorvendo, com efeitos negativos a prazo nos crustáceos. Estes poderão começar a ter dificuldade em reduzir as suas carapaças duras num meio mais ácido.
Os oceanos são tudo isto: fonte de vida e um mar de problemas. Foi em 1992, durante a Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro, que nasceu a proposta de criação de um dia mundial dos oceanos. E, em 1994, a comunidade internacional aprovou no quadro da ONU a Convenção das Nações Unidas para o Direito do Mar. Hoje é dia de parar para pensar. E de mudar o que houver a mudar.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
I Seminário de Educação Ambiental - 4 de Junho
O I Seminário de Educação Ambiental – Educação e Cidadania para uma Intervenção Ambiental Sustentável – tem como objectivo fomentar a responsabilidade ecológica e cívica no seio escolar, promovendo a partilha de conhecimento e experiências entre os alunos e especialistas na área do ambiente. Esta actividade será uma mais-valia no que concerne à consciencialização Ambiental, especificamente, no desenvolvimento de atitudes e comportamentos ecológicos na escola e na comunidade. Subjaz o objectivo de optimizar e potencializar competências para uma cidadania activa, através da consciencialização, da responsabilidade e co-responsabilidade, da intervenção, da sensibilização e a promoção do desenvolvimento local.Aproveitamos a oportunidade para solicitar a divulgação do Seminário.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Actividades Educativas em Macedo de Cavaleiros dia 16 de Maio
No passado dia 16 de Maio a AMBIEDUCA com os apoios da Ecoteca e da Câmara Municipal deslocou-se a Macedo de Cavaleiros para realizar a Oficina Arte na Paisagem, a Oficina de Construção de Ninhos e o Jogo-Debate “A minha localidade”.As oficinas realizaram-se da parte da manhã na Escola Primária de Morais, uma escola que ainda resiste à centralização dos Agrupamentos e onde a paisagem ainda é virgem e Pura atestada pelo tamanho dos líquenes presentes nas árvores.
A manhã começou com uma acção de sensibilização sobre as aves, os alunos turmas do 3º e 4º ano puderam identificar as principais espécies existentes de Macedo e qual a sua importância, nomeadamente no combate a pragas como as lagartas processionárias. Na oficina também aprenderam a construir ninhos, alimentadores e no final foi colocado um ninho no pátio da escola.
Os alunos do 1º e 2ºano dedicaram-se à arte na paisagem, de forma a explorar toda a sua criatividade e espontaneidade, foram convidados a realizar o seu quadro na paisagem, com recurso a cola biodegradável de amido de milho ou simplesmente através de associações e manipulação de materiais existentes no recreio como pedras, folhas, pétalas ente outros.
A tarde foi dedicado ao debate sobre o tema Desenvolvimento Sustentável “Na Minha localidade” e num tabuleiro de grandes dimensões os alunos de duas turmas do 10º e 12ºano da EB2,3 de Macedo de cavaleiros assumiram o papel de habitantes locais que intervêm no processo de desenvolvimento da localidade. E no papel de CONSTRUTORES, AGRICULTORES, PESCADORES e MORADORES planearam a sua localidade, sentindo na pele os desafios que se colocam aos decisores. A discussão foi viva e proveitosa, foi inevitável o aparecimento de Resíduos e Águas Poluídas, vamos tratar…mas os recursos económicos são escassos… se calhar deveríamos ter planeado doutra forma se houvesse mais comunicação, diziam alguns.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
População mundial pode chegar aos sete mil milhões em Outubro
Esta evolução corresponde ao cenário “médio” da ONU, que assume que a taxa mundial de fertilidade cairá de 2,5 filhos por mulher hoje para 2,2 em 2050 e 2,0 em 2100. Num comunicado de imprensa, a Divisão de População da ONU explica que os cenários para daqui a quatro décadas são mais seguros dos que os para o fim do século, “porque as pessoas que terão 40 ou mais anos em 2050 já nasceram”.
A estimativa para 2050 – 9,3 mil milhões de habitantes – é ligeiramente superior à da penúltima revisão dos dados, apresentada em 2008, e que apontava para 9,1 mil milhões de habitantes. Variações dessa ordem são comuns entre as projecções que a ONU apresenta a cada dois anos.
Com base nas tendências actuais, os sete mil milhões de habitantes serão atingidos dia 31 de Outubro deste ano, segundo a ONU. O Departamento de Censos dos Estados Unidos tem números diferentes e acredita que os sete mil milhões só serão ultrapassados em meados de 2012.
Seja como for, as novas projecções da ONU confirmam que o aumento da população tende a desacelerar, a nível global. Mas a nível regional, há diferenças significativas. Nos países com maior taxa de fertilidade – 39 em África, nove na Ásia, seis na Oceania e quatro na América Latina –, a população ainda estará a subir 0,5 por cento ao ano no final deste século. Mas no conjunto dos países com fertilidade baixa ou intermédia, a população já estará, nesta altura, em queda, a um ritmo de 0,3 por cento ao ano.
A Europa, segundo a ONU, atingirá o seu pico populacional em 2020, com 740 milhões de habitantes. Para a China, o pico será em 2030, com 1,4 mil milhões de habitantes. A Índia ultrapassará a China, podendo chegar a um máximo de 1,7 mil milhões de habitantes em 2060.
Os números da ONU alteram-se radicalmente com pequenas alterações nos pressupostos dos cenários. A variante “alta” dos cenários – em que cada mulher tem, em média, mais 0,5 filhos do que na variante “média” – a população em 2050 já chega a 10,6 mil milhões de habitantes e sobe ainda para 15,8 mil milhões em 2100. Na varianta “baixa” – que assume menor fertilidade – a Terra atinge um pico demográfico em torno de oito mil milhões de habiantes, na metade do século, e cai para 6,2 mil milhões até 2011.
Fonte: Ecosfera
Ricardo Garcia
terça-feira, 3 de maio de 2011
Dia Internacional do Sol
Este dia tem sido celebrado ao longo dos últimos anos pela NASA (The Sun-Earth Day) e é uma boa oportunidade para participar numa sessão de internet interactiva, com vários tópicos interessantes e onde se pode ver bem de perto, em tempo real, imagens do Sol a partir de casa (http://sunearthday.gsfc.nasa.gov). Neste sítio da internet podemos também descobrir mais sobre o Sol e seus efeitos futuros sobre as nossas vidas. Um dos principais objectivos deste dia é ajudar os cientistas a compreender as interacções entre o Sol e o ambiente da Terra, que vai definitivamente facilitá-los para prever a actividade e os movimentos do Sol e por isso, as condições do clima espacial.
O Sol é a estrela central do Sistema Solar e a luz e calor que emite é a principal fonte de energia da Terra. Esta energia do Sol que penetra na Terra na forma de luz solar é armazenada em glicose por organismos vivos através da fotossíntese, processo do qual, directa ou indirectamente, dependem todos os seres vivos que habitam nosso planeta. Podemos então afirmar que sem o Sol não existia vida na Terra.
A luz solar é indispensável para a manutenção de vida na Terra, sendo responsável pela manutenção da água no estado líquido, condição indispensável para permitir vida como se conhece, e, através de fotossíntese em certos organismos (utilizando água e dióxido de carbono), produz o oxigênio (O2) necessário para a manutenção da vida nos organismos dependentes deste elemento e compostos orgânicos mais complexos (como glucose) que são utilizados por tais organismos, bem como outros que alimentam-se dos primeiros. A energia solar também pode ser capturada através de células solares, para a produção de electricidade ou efectuar outras tarefas úteis (como aquecimento).
Mesmo combustíveis fósseis tais como petróleo foram produzidos via luz solar — a energia existente nestes combustíveis foi originalmente convertida de energia solar via fotossíntese, em um passado distante.
A distância da Terra ao Sol é de cerca de 150 milhões de quilómetros, ou 1 unidade astronómica (UA). A luz solar demora aproximadamente 8 minutos e 18 segundos para chegar à Terra. A energia do Sol também é responsável pelos fenómenos meteorológicos e o clima na Terra. A distância entre a Terra e o Sol é por isso um factor fundamental, pois permite criar um ambiente de temperatura e luminosidade adequado para a manutenção da vida. Nenhum outro planeta do Sistema Solar, com excepção de Marte, possui as condições ideais de vida semelhante às da Terra.
Fonte: www.sunearthday.nasa.gov